O agronegócio brasileiro vive um novo momento na gestão de riscos. Além do seguro agrícola tradicional, cresce o interesse pelo seguro paramétrico, uma modalidade que utiliza indicadores climáticos previamente definidos para determinar quando a indenização deve ser paga. Mas afinal, como ele funciona?
Ao contrário do seguro tradicional, que normalmente depende de vistoria para avaliar os danos na lavoura, o seguro paramétrico utiliza indicadores objetivos. Esses parâmetros podem incluir:
• Volume de Chuva;
• Temperaturas Elevadas;
• Déficit Hídrico
• Velocidade do Vento;
• Outros Índices Climáticos Previamente Estabelecidos.
Quando o indicador atinge o limite definido em contrato, a indenização é acionada conforme as regras da apólice.
Entre os Principais Benefícios Estão:
• Maior Agilidade no Processo;
• Critérios Objetivos;
• Redução de Burocracia;
• Mais Previsibilidade Financeira;
• Possibilidade de Complementar Outras Modalidades de Deguro.
Por isso, o seguro paramétrico vem sendo cada vez mais utilizado como uma ferramenta adicional de gestão de risco.
Na maioria dos casos, não, mas as duas modalidades podem trabalhar juntas. Enquanto o seguro agrícola tradicional protege perdas físicas na produção, o seguro paramétrico oferece rapidez em situações específicas previstas em contrato. Essa combinação amplia a estratégia de proteção do produtor.
Com eventos climáticos cada vez mais intensos, soluções baseadas em dados tendem a ganhar espaço. O importante é entender que não existe um modelo único. Cada propriedade possui características próprias e precisa de uma estratégia personalizada. Na Nova Era, acompanhamos essa evolução para oferecer soluções alinhadas à realidade do produtor rural.
